Alcino Lopes
Devia haver formação e campanhas para acabar com a segunda feira (ao menos hoje não comecei com caralhadas; não é que não me apeteça, mas fiz um esforço…); não o dia, mas o conceito. O conceito de segunda feira é deprimente e estraga um dia de trabalho inteiro. É esta a minha mensagem para o país, para aumentar a produtividade em 20%; acabem com a ideia de 2ª feira, tornem este dia de merda num dia atraente para trabalhar! Se isso implica obrigar toda a gente a tomar Prozac ao pequeno-almoço de 2ª feira então faça-se uma lei para isso! Hei, o investimento compensa! Pensem bem, Prozac em vez de café... ou Prozac e café; porque não? Energia e alegria em vez de um dia de merda, com gente rabugenta, mal-encarada, que se chateia pelos dois motivos mais óbvios (por tudo e por nada).
Porque é que se criou a imagem de 2ª feira como o inferno do trabalhador? Continuo a dizer, não é o dia, é o conceito!
Em alternativa acabem com essa regra de que andar bêbado (e, por conseguinte, trabalhar bêbado) é uma atitude socialmente reprovável; já que um gajo tem uma produtividade de merda e tem… ao menos que se possa trabalhar mal por um motivo decente. Porque para um gajo conseguir suportar certas coisas (bem... é mais certas pessoas) devia ser permitido poder-se trabalhar completamente embriagado; também não vejo outra forma de suportar certas atitudes, certas pessoas, de conseguir desempenhar certas tarefas. Ainda vou tentando esquecer as violências da semana (das semanas, dos meses) com uns copos à sexta e sábado à noite... bem... é mais andar perdido de bêbado durante dois dias, mas chega a domingo e lá tenho de parar com aquilo porque depois é segunda-feira e tenho de trabalhar outra vez e trabalhar de ressaca não ajuda nada o desempenho profissional das funções que me foram confiadas (não que isso me importe muito).
Não aprendo, é o que é; trabalhei quase 8 anos com um bêbado e nunca vi o gajo ter uma ressaca (e o tipo estava bêbado todos os dias... todo o dia). O gajo seguia religiosamente o lema “evite a ressaca, mantenha-se bêbado” e funcionava na perfeição para ele; só fazia merda no trabalho, mas era feliz... pelo menos parecia ser bem mais feliz que eu. Um gajo é que não se convence que não faz diferença nenhuma andar bêbado ou sóbrio e, quando chega a segunda feira, deixa de beber para... bom... não percebo bem para quê, senão para depois levar com um banho de realidade que só dá vontade de virar costas e ir beber uns copos valentes.
Ao menos aqui na oficina essa merda não faz diferença nenhuma, estes gajos trabalham de qualquer maneira; heranças do velho Manel... sempre todo fodido aquele cabrão. Também, que diferença faz isso? Os carros andam na mesma; e se faltar alguma peça e se o carro se foder todo porque alguém se esqueceu de apertar um parafuso ou se esqueceu que um motor tem de ter uma cambota (o que quer que essa merda seja) lá está a oficina para resolver o problema e lá está dinheiro a entrar para pagar as despesas deste antro (que não são poucas, eu bem vejo) e os vícios desta cambada de ineptos que andam aqui a fingir que arranjam carros.
Ainda haveria uma terceira solução: um gajo poder trabalhar de metralhadora (ou caçadeira de canos serrados, ou bazuka, ou...). Isso é que era, resolviam-se uma carrada de problemas e acabava-se com uma carrada ainda maior de filhos da puta que só servem para moer os cornos a um gajo. O gajo está-te a moer a paciência? TRÁS! Tiro no meio dos cornos do gajo e depois o INEM (ou o cangalheiro) que resolva o resto. Mas parece que é ilegal o porte de armas de calibre de guerra ou de armas de caça para outros fins que não a guerra ou a caça. Hei! Solução! Genial! Bastaria um gajo dizer que é a guerra á evasão fiscal, á quebra de receitas do estado, é a caça aos vigaristas que fogem aos impostos; lá está - guerra, caça, armas de fogo... Haverá sempre quem diga que essa vulgarização do uso de armas de fogo potenciará que se verifiquem situações de abuso mas também não é nada que não se resolva com um tiro nos cornos do gajo que diga isso.
Porque é que se criou a imagem de 2ª feira como o inferno do trabalhador? Continuo a dizer, não é o dia, é o conceito!
Em alternativa acabem com essa regra de que andar bêbado (e, por conseguinte, trabalhar bêbado) é uma atitude socialmente reprovável; já que um gajo tem uma produtividade de merda e tem… ao menos que se possa trabalhar mal por um motivo decente. Porque para um gajo conseguir suportar certas coisas (bem... é mais certas pessoas) devia ser permitido poder-se trabalhar completamente embriagado; também não vejo outra forma de suportar certas atitudes, certas pessoas, de conseguir desempenhar certas tarefas. Ainda vou tentando esquecer as violências da semana (das semanas, dos meses) com uns copos à sexta e sábado à noite... bem... é mais andar perdido de bêbado durante dois dias, mas chega a domingo e lá tenho de parar com aquilo porque depois é segunda-feira e tenho de trabalhar outra vez e trabalhar de ressaca não ajuda nada o desempenho profissional das funções que me foram confiadas (não que isso me importe muito).
Não aprendo, é o que é; trabalhei quase 8 anos com um bêbado e nunca vi o gajo ter uma ressaca (e o tipo estava bêbado todos os dias... todo o dia). O gajo seguia religiosamente o lema “evite a ressaca, mantenha-se bêbado” e funcionava na perfeição para ele; só fazia merda no trabalho, mas era feliz... pelo menos parecia ser bem mais feliz que eu. Um gajo é que não se convence que não faz diferença nenhuma andar bêbado ou sóbrio e, quando chega a segunda feira, deixa de beber para... bom... não percebo bem para quê, senão para depois levar com um banho de realidade que só dá vontade de virar costas e ir beber uns copos valentes.
Ao menos aqui na oficina essa merda não faz diferença nenhuma, estes gajos trabalham de qualquer maneira; heranças do velho Manel... sempre todo fodido aquele cabrão. Também, que diferença faz isso? Os carros andam na mesma; e se faltar alguma peça e se o carro se foder todo porque alguém se esqueceu de apertar um parafuso ou se esqueceu que um motor tem de ter uma cambota (o que quer que essa merda seja) lá está a oficina para resolver o problema e lá está dinheiro a entrar para pagar as despesas deste antro (que não são poucas, eu bem vejo) e os vícios desta cambada de ineptos que andam aqui a fingir que arranjam carros.
Ainda haveria uma terceira solução: um gajo poder trabalhar de metralhadora (ou caçadeira de canos serrados, ou bazuka, ou...). Isso é que era, resolviam-se uma carrada de problemas e acabava-se com uma carrada ainda maior de filhos da puta que só servem para moer os cornos a um gajo. O gajo está-te a moer a paciência? TRÁS! Tiro no meio dos cornos do gajo e depois o INEM (ou o cangalheiro) que resolva o resto. Mas parece que é ilegal o porte de armas de calibre de guerra ou de armas de caça para outros fins que não a guerra ou a caça. Hei! Solução! Genial! Bastaria um gajo dizer que é a guerra á evasão fiscal, á quebra de receitas do estado, é a caça aos vigaristas que fogem aos impostos; lá está - guerra, caça, armas de fogo... Haverá sempre quem diga que essa vulgarização do uso de armas de fogo potenciará que se verifiquem situações de abuso mas também não é nada que não se resolva com um tiro nos cornos do gajo que diga isso.